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A bola já não começa a rolar no próximo dia 30, para o campeonato nacional de futebol. Tudo porque os clubes analisaram e chegaram à conclusão de que não fazia sentido celebrar-se a festa do futebol num momento em que o país se debate com uma tragédia que ceifou vidas humanas e deixou rasto de destruição em infra-estruturas sociais e desportivas.

Em solidariedade para com as vítimas do ciclone IDAI, os clubes Ferroviário da Beira, Têxtil de Púnguè e Textáfrica do Chimoio, também afectados, os futebolistas nacionais decidiram ainda criar um movimento de apoio que consiste na disputa, domingo, de um torneio quadrangular, prova promovida pela Associação de Futebol da Cidade de Maputo, a realizar-se no Estádio da Machava.

Para Palma Pinto, dirigente do Ferroviário de Maputo, e João Nhabanga, Departamento de Futebol Costa do Sol, o Moçambola é festa, e, nas condições actuais, os clubes não têm como juntarem-se nessa celebração, devido à dor imposta pelo ciclone tropical Idai. Ao invés de celebração, para os desportistas, a solidariedade é urgente.

Lembre-se que, na primeira jornada do torneio quadrangular de apoio às vítimas do ciclone IDAI e enxurradas na zona Centro, o Desportivo de Maputo joga com o Ferroviário de Maputo enquanto o Maxaquene mede forças com o Costa do Sol.

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